Diário: Devaneios de Agosto

Agosto, o mês do desgosto!
Como se não bastasse o fato de agosto ser um mês sem feriados, neste ano parece que todas as inquietações da minha mente resolveram surgir de uma vez só, no mesmo mês.
Além de muito estressante fisicamente, agosto foi um verdadeiro inferno astral e por pior que possa parecer, eu não tenho perspectiva de melhora pra setembro.

Sem mais delongas, acho que dois dos textos que eu escrervi esse mês são mais didáticos do que qualquer explicação que eu tentasse dar sobre os meus anseios de agosto. Enfim, espero que gostem!

A Triste História da Garota que Amava Demais

Era uma vez uma garota que amava demais, que se importava demais. Essa garota se apegava facilmente às pessoas e confiava nelas em demasia, algo que ela não deveria fazer.
Tudo ia bem na vida dela. Ela gostava de si mesma (na maioria das vezes) e tinha pessoas à sua volta que gostavam dela do jeito que ela era.
Mas a vida muda e prega peças até naqueles que mais se previnem contra elas. Acontece que as pessoas nas quais ela mais confiava foram mudando de interesses e como ela não conseguia acompanhar, ela foi lentamente se tornando somente o elo entre seus convivas. Ou ela desaparecia na escuridão do esquecimento alheio ou ela tentava despreender-se de seu verdadeiro eu para acompanhar o que os novos ventos traziam.
Ela não tinha experimentado a sensação de esconder a dor e engolir as lágrimas para não prejudicar a felicidade de uma pessoa amada. E ela não fazia ideia do quanto esta felicidade podia anular a sua. Até que ela teve que forçar sorrisos enquanto a vida prosseguia sem ela.

Voe, andorinha, voe!

Quando somos crianças achamos que temos o mundo aos nossos pés. Tudo será para sempre; nossa zona de conforto nunca será destruída; os grandes problemas de nossas vidas são as brincadeiras que faremos na escola ou em casa.
Mas infelizmente a gente cresce e descobre que o mundo que estava aos nossos pés não passava de um mundo imaginário que criamos em nossas mentes.
As coisas não são para sempre, infelizmente nem nossos pais são para sempre! E nossos amigos talvez representem aquilo que foi uma boa fase de nossas vidas, mas assim como os pássaros que se deslocam em busca de vida melhor, talvez seja hora de todos nós procurarmos os nossos ninhos, que podem estar longe uns dos outros.
Mas voe, andorinha, voe! Segue teu caminho em paz, que eu tentarei seguir o meu. Obrigada por tudo. Torço pra que uma grande jornada te aguarde.
Afinal, “nós temos caminhos diferentes”, não é mesmo?!

And you take a moment
Promise me this
That you’ll stand by me forever,
But if God forbids, fate should step in
And force us into a Goodbye
If you have children someday
When they point to the pictures
Please tell them my name
Tell them how the crowds went wild
Tell them how I hope they shine…

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