A volta dos que quase foram

Bu!
“Óh! O que é isso? A loira do banheiro? A noiva cadáver? O gasparzinho?”
Não, caro leitor. É só a autora desse blog que retorna da terra do abandono.
O que houve durante esse tempo? Bem… Uma crise de criatividade das mais terríveis. Não me atrevo a dizer que saí dela, mas talvez essa seja uma última tentativa de fazer aquele motor de quinta, já velho e fraco, pegar no tranco e dar mais uma andadinha. Aqui vai um poemeto ruinzinho de tudo que escrevi num lampejo de criatividade. De qualquer forma, se isso não persistir, eu voltarei no final de dezembro com uma retrospectiva dos livros que li esse ano. Aguardem!

Alma grande, alma pequena
De que valem a mão, a pena
E toda espécie de cena
Àquele esquecido poeta
Dos versos sem rima correta?

De que valem papel e caneta
Quiçá o fogo de uma paixoneta
Ao desesperado romancista
Que das palavras virou antagonista?

De que valem mouse e teclado
A um cronista amargurado
Que por eventos cotidianos
Tem interesses medianos?

Talvez sejam inspirações,
Sutis, belas motivações
Um leve sopro de esperança
Em meio a toda a cobrança

Mas talvez sejam ilusões,
Sonhos, meras alusões
Àquilo que um dia era verdade
E agora é só irrealidade

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