TAG: Como você era nos tempos de escola

Oi? Tem alguém aí? Vocês ainda se lembram de mim?
É engraçado pensar que, em tempos não tão longínquos, eu cheguei a passar meses e meses sem postar por aqui e isso não me incomodava. Em compensação, atualmente esses dois meses de ausência me deixaram bem triste. Depois de ter voltado de verdade pro mundo blogueiro, ter de me afastar dele porque a vida cobra certas obrigações (ooooi, tcc) não é a coisa mais agradável do mundo. Ainda não consegui responder direito os comentários dos dois últimos posts e não apareço nos blogs que mais amo há meses. Não me orgulho de nada disso, mas me orgulho menos ainda de abandonar meu tão amado Miniature às traças, então resolvi deixar esse post por aqui.
Vi essa TAG nos blogs das minhas queridas amigas Livoneta e Patthynete e resolvi copiar, mesmo. No regrets! =P

1- Quem era você na escola, como você era? E como era sua escola?
Eu era a cdf/nerd (peguei justamente a fase de transição do termo) calada da turma. Mas vejam bem: apesar da crença que muitos de meus colegas tinham, eu só estudava em véspera de provas. Quando eu era criança, chegava em casa e passava boa parte do dia brincando. À medida que os anos passaram, o computador foi quem tomou conta do meu tempo livre estudantil. Passei longas tardes do meu nono ano, por exemplo, twittando feito LOUCA (acho que foi minha fase mais ativa no twitter hahaha). Ainda assim, minhas notas eram muito boas.
Eu já falei um pouco da estrutura da minha escola, mas estudei a vida toda num colégio católico e pequeno de bairro tradicional. Quando penso no meu ensino médio sinto uma dor imensa porque a primeira coisa que vem à mente são os inúmeros defeitos da estrutura como um todo. Em compensação, tenho ótimas lembranças da fase da educação infantil e do ensino fundamental (principalmente do primeiro). Os recreios e as brincadeiras no pátio, principalmente ao lado das minhas amigas Lígia e Isabela, sempre me deixavam sorrir (e também já fiz post com uma história dessas na fase antiga do blog).

Aqui uma foto com as minhas amigas em alguma data comemorativa da primeira série.

Aqui uma foto com elas em alguma data comemorativa da primeira série ❤

2. Qual era sua tribo?
Hmmmm… a maioria dos amigos que fiz por lá tinha algo de similar comigo. Em muitos casos, a timidez e as notas altas foram dois grandes fatores de união, mas não sei se existe um nome específico pra essa “tribo”.

3. No recreio, onde era mais fácil te encontrar?
Depende da fase da minha vida, mas pra generalizar, sentada em algum lugar com meus amigos. Curiosamente a gente parecia preferir ambientes abertos, tomando muito sol na cabeça hahaha…

4. Já namorou ou ficou com alguém da escola? Foi dentro ou fora da escola?
Nope. Pra ser mais exata, eu nunca sequer me apaixonei por alguém da minha escola. Também nunca manifestaram interesse por mim, então juntou a fome com a vontade de comer.

5. Já fez alguma coisa escondida ou contra as regras? Já cabulou aula?
Passar cola e colar numa questão são contra as regras, né?! Então me declaro culpada =P. Sempre fui da turma das “comportadas”, que eram elogiadas pelos professores por não falar em aula e etc (mal sabiam eles dos longuíssimos bilhetes que eu passava pela minha “aplicada” agenda). Mas não posso negar: já cheguei a passar cola até com MÍMICA.
Cabular aula não era um conceito possível na minha escola. Se você fosse pego fora da sala em horário de aula você levava advertência, e os portões para a rua só se abriam se você tivesse uma justificava muito boa para ir embora. Tive de aguentar anos e anos de aulas inúteis que eu adoraria ter matado HAHAHA

6. Se lembra de alguma modinha que você seguiu?
SIM! Na verdade eu me lembro de duas: as pulseiras da Jade lá em 2002, quando eu tinha sete anos, e os tererês no cabelo na quarta série.

7. Qual foi o melhor e o pior dia?
Engraçado que consegui pensar em duas situações para cada caso.
Lembro de um dia na segunda série em que desatei a chorar de soluçar no meio do pátio em que estavam reunidas as turmas dos quatro anos do ensino fundamental I. Entendam: eu nunca gostei de ser o centro das atenções. Nem lembro mais o que tinha dado errado naquela situação em específico, mas lembro que estava passando por uma fase bem ruim da minha vida, eu tinha acabado de perder a minha mãe e, na verdade, aquilo foi só uma gotinha d’água num copo já bem cheio. Consigo me recordar também do pânico na cara das professoras e da coordenadora, que depois souberam lidar até que bem com a situação.
O outro caso de pior dia aconteceu no oitavo ano. Eu tinha tido ido muito bem numa prova geral, mas minha nota havia sumido. Depois de peregrinar pelo colégio inteiro atrás de alguma solução com a coordenação, fui meio que tratada feito lixo. Tive de me controlar muito para não chorar de raiva da situação – algo que acontece quase no automático pra mim. Apesar do lado ruim, essa memória traz um aspecto bom: foram dois grandes amigos meus que me ajudaram a lidar com aquele dia sem que eu matasse alguém. Talvez eles nunca leiam isso, mas como não me recordo de ter agradecido na época, aqui vai: obrigada, Gabriela e Luís <3.

Uma das melhores memórias também envolve esses dois amigos, e é curioso pensar no quão simples ela é. Trata-se de uma aula de matemática de revisão para a recuperação (à qual nenhum de nós precisava prestar atenção). Toda vez que o professor virava para a lousa, a Gabi e eu jogávamos bolinhas de papel no Luís (hahaha éramos duas pestes), as quais ele catava do chão e jogava de volta. O mais divertido era o modo como nós tínhamos de, indiretamente, prestar atenção no professor =P
A outra boa lembrança que tenho aconteceu fora do ambiente escolar, mas envolve a turma do nono ano. Depois da nossa “missa de formatura”, fomos todos a uma lanchonete da região celebrar. É uma memória agridoce porque muitos iriam mudar de escola no ano seguinte, então aquilo também tinha um ar de despedida, mas o lado gostoso dela prevalece.

Não estou bem nessa foto, mas não importa. O oitavo ano foi muito nosso <3

Não estou bem nessa foto, mas não importa. O oitavo ano foi muito nosso ❤

8. Se envolveu em algum tipo de briga ou movimento/protesto?
Serve reclamar de professores na coordenação até alguns deles serem demitidos? Oops… =P
Tirando isso, nada.

9. Sua escola tinha alguma lenda, tipo loira do banheiro? Você tinha algum medo na escola?
Não que eu me lembre. Quanto a medos, eu diria que eu tinha as inseguranças típicas de muitos adolescentes, mas só.

10. Sofreu ou causou bullying em alguém?
Olha, eu só pratiquei bullying cozamiguinho que levavam numa boa, conta?! =P
Quanto a sofrer, eu diria que sim, embora nada muito grave. Da terceira série ao ensino médio fui obrigada a aguentar gente que zombava de mim ou até mesmo me “odiava” (!!!) por conta das minhas notas. Além disso, enfrentei risadinhas e comentários beeem maldosos por ser um verdadeiro desastre em educação física.

11. Como era a sua performance em apresentações da escola? Curtia?
Essa pergunta é meio vaga porque não fica claro o que seriam essas apresentações: trabalhos? Feiras culturais? Danças de festa junina?
Nunca gostei de apresentar trabalhos por causa da timidez. A faculdade aliviou MUITO essa angústia, e hoje posso dizer que não fico tremendo ou com coração acelerado toda vez que preciso falar em público, mas durante o período escolar isso era muito real. Quanto a outros tipos de apresentação, diria que elas eram… normais?!

12. Do que você mais lembra desse tempo? Quais as coisas que mais te trazem lembranças?
Tenho muitas lembranças ruins, principalmente do ensino médio, mas não quero focar nelas para a resposta. No geral, minhas melhores memórias daquele lugar estão nas pessoas que ainda podem dividi-las comigo.  Algumas das que conheci lá, como a minha grande amiga Mariana, continuam ocupando um lugar muito especial no meu coração e na minha vida ❤ (nossa, que meloso hahaha).

Essa é uma foto da formatura do terceiro ano com Dona Mariana, uma dessas pessoas que ficou <3

Essa é uma foto da formatura do terceiro ano com Dona Mari ❤

13. Teve algum professor(a) ou funcionário que te marcou?
O primeiro que me veio à mente foi o grande Imperador, o professor Roberto que dava História durante o ensino médio. Dos professores que tive durante a minha jornada de colégio, ele foi, sem a menor dúvida, o mais apaixonado pelo que fazia. Eu ficava fascinada toda vez que o via iniciar uma aula e falar do tema com uma empolgação impressionante. E como eu sempre amei História, era unir o útil ao agradável.

14. Se você pudesse voltar no tempo, o que diria pra você mesma naquela época?
Nossa, eu diria tanta coisa que daria quase pra fazer um post inteiro só sobre isso, mas vou tentar resumir.
“Luiza, pare de se estressar tanto com tudo de errado que acontece nessa escola. Não vale a pena. Você vai gastar saliva, perder horas de sono, se irritar e esbravejar de graça. E a sua saúde vai sofrer com isso em alguns momentos.
Sei que é difícil acreditar agora, mas pare de diminuir sua beleza. E também não dê tanta importância para o que os outros pensam ou deixam de pensar sobre você. Eu sei que você mente para si mesma sobre isso e vai me dizer que já não se importa, mas confie em mim, tenho mais experiência.
Por fim, não se desespere, dias melhores virão. Eu juro. Você não tem noção de como a faculdade vai te fazer feliz e de como ela vai te ensinar algumas coisas que irão muito além das matérias da graduação.”

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TAG: Bloggers out and about

Daí que a pessoa que não tinha uma TAG sequer no blog até agosto do ano passado de repente posta duas em pouco mais de um mês. Pois bem, a Taty me indicou pra responder essa aqui, e como gostei do tema, cá estou eu de novo com uma TAG procêis.

1. Onde você nasceu?
Nasci em São Paulo, no coração da Avenida Paulista. Diria que são poucos os jeitos mais “paulistanos” de nascer hahaha =P

2. Onde você mora hoje?
Continuo morando na capital paulista, e ainda no mesmo bairro que moro desde bebê.

3. Qual foi o destino da sua última viagem?
Minha última viagem foi para Buenos Aires na Páscoa do ano passado (olha só, tá dando quase um ano). Nunca andei tanto na minha vida – foram mais de 25 mil passos num dia só, o que equivale a uns 25 km, de acordo com o app do celular – mas a cidade é uma graça. E foi lá que eu comi o melhor macarrão à carbonara da minha vida.

A foto que mais gostei de tirar na cidade, no Rosedal, e a ponte do maravilhoso bairro de Puerto Madero <3

A foto que mais gostei de tirar na cidade, no Rosedal, e um registro da ponte do maravilhoso bairro de Puerto Madero ❤

4. Qual é o destino da sua próxima viagem?
Não faço ideia! Não tenho nada programado, mas adoraria se pudesse ser pra Roma. Quando fui pra lá em 2008 eu não pude aproveitar direito porque as malas tinham sido extraviadas e tive de sair pra comprar roupas, então não pude visitar tudo que queria na cidade. Uma pena, porque gostei muito da atmosfera de Roma (até mesmo do clima quente estilo Brasil hahaha) e queria ter passado mais tempo lá.

Um dos poucos locais que consegui visitar enquanto saía por aí comprando roupas. Fontana de Trevi linda <3

Um dos poucos locais que consegui visitar enquanto saía por aí comprando roupas pra usar por lá. Fontana de Trevi, sua linda ❤

5. Qual foi sua melhor viagem?
Acho que foi a viagem que fiz para Londres e Paris em 2012, porque pude aproveitar as duas capitais mais do jeitinho que eu queria, fazendo os passeios que eu tinha planejado com calma e sem muitas limitações. Sem dúvida ainda ficou faltando muita coisa, mas foi bom poder visitar as duas dessa forma.

Paris e Londres

Paris sendo linda à noite e a vista deslumbrante da London Eye ❤

6. Qual o lugar mais bonito que já visitou?
Por mais que Paris seja incrível e belíssima, principalmente graças à altura dos prédios (que detalhe delicioso <3), essa pergunta tem uma resposta fácil: Veneza, na Itália. Sempre foi meu sonho ir pra lá, e quando cheguei na cidade… palavras não são suficientes pra descrever o quanto eu amei tudo aquilo. Se eu tivesse o dinheiro, acho que iria pra Veneza uma vez por ano, até porque tenho certeza que nunca me cansaria de andar de gôndola e de caminhar por aquelas ruas deliciosas. Ah, que saudades ❤

Duas fotos da minha cidade favorita no mundo!

Duas fotos da minha cidade favorita no mundo! ❤ ❤ (E a minha carinha de criança em 2008)

7. Que lugar você quer muito visitar?
São tantos! Tenho muita vontade de ir pra Portugal e pra Espanha, de conhecer outros lugares do Reino Unido e da França, e também países da América Latina e cidades do Brasil. No entanto, acho que a resposta oficial é que adoraria conhecer melhor a Itália. Não tive a oportunidade de ir a Milão, Pisa, Nápoles… acho que visitaria basicamente o país inteiro hahahaha.

8. Qual lugar você não tem tanta vontade assim de conhecer?
Lá vem uma daquelas respostas que vai deixar a maioria das pessoas meio chocada: à exceção da Disney em Orlando (um sonho de infância que ainda não pude realizar), não tenho interesse em NENHUMA outra cidade dos Estados Unidos. New York? Não vejo graça. Los Angeles? Também não. Las Vegas? Nem um pouquinho. E assim vai.

9. Onde você gostaria de estar agora?
Acho que no museu do Sherlock Holmes, no número 221B da Baker Street em Londres. Quem me conhece sabe que Sherlock é meu detetive preferido, então ainda tenho muita vontade de ir a esse museu qualquer dia desses.

10. Onde é o seu “lar”, o lugar que você se sente mais feliz? E por quê?
Olha… Eu poderia citar uma infinidade de cidades (principalmente europeias), mesmo não as conhecendo, mas eu diria que ainda é São Paulo. Estar ao lado de todas pessoas que eu amo é imbatível pra fazer com que me sinta em casa, aconchegada e feliz.

TAG: Liebster Awards

O mundo blogueiro às vezes te proporciona algumas surpresas boas. Recentemente reencontrei a Mari, dona do The Secret Shoot, que eu conheci lá no comecinho do Miniature Disasters, por volta de 2009/2010. O mais engraçado é que a gente não se perdeu em outras redes sociais, mas por algum motivo não visitávamos mais os blogs uma da outra. Ainda bem que já nos apressamos em mudar isso.
Pois bem, outro dia ela me indicou pra responder uma TAG/meme e cá estou eu para fazê-lo.

Regras da TAG:
– Escreva 11 fatos sobre você.
– Responda as perguntas de quem te indicou.
– Indique 11 blogs com menos de 200 seguidores.
– Faça 11 perguntas para quem indicar responder.
– Coloque a imagem que mostre o selo Liebster Awards (abaixo).
– Link quem te indicou.


Os 11 fatos sobre mim:
1- Quando era criança, quis ser “cientista” porque gostava de aprender sobre os planetas nas aulas do colégio. Daquela época até o dia em que me inscrevi em editoração muitas outras carreiras passaram pela minha cabeça, mas quem diria que um dia eu me interessei por uma carreira meio de exatas.

2- Raramente passo 24 horas sem ouvir música. Estar de fones de ouvido enquanto leio ou faço trabalhos, por exemplo, faz com que eu me concentre melhor, mesmo que às vezes eu pare pra cantar algum trechinho ou pra fazer air drums, embora meu instrumento favorito seja piano (e também o único que sei tocar).
Se quiser conhecer um pouco melhor meu gosto musical, recomendo três rádios do Spotify: a do Coldplay, a de Rock e a do Chico Buarque.

3- Não sei andar de bicicleta. Como ninguém da minha família sabe, passei a infância toda sem ter aulas e, consequentemente, não aprendi a andar por aí sem rodinhas. Hoje morro de medo de tentar e me esborrachar. Sabem aquela cena da Phoebe xingando o Ross porque ele largou a bicicleta? Me identifico pacas HAHAHA

4- Sempre que vejo essas pessoas que adoram fazer exercício eu me pergunto o que se passa na mente delas. Adoro dormir, adoro sofá, adoro fazer vários nada e provavelmente ficaria no pódio se existisse um concurso de preguiça

5- Sou a-pai-xo-na-da por vestidos. No meu mundo ideal, a temperatura oscilaria entre 23º e 25º pra que eu pudesse encher meu armário apenas com vestidos e usá-los todo dia. O mais curioso, porém, é que embora eu prefira esse calor mais ameno ao frio, botas e jaquetas de couro também estão dentre as minhas peças de roupas favoritas.

6- Depois de anos fracassando miseravelmente em qualquer tipo de desenho, recentemente aprendi ao menos a copiar o desenho alheio. Ano passado copiei o Calvin e o Haroldo (minha tirinha favorita ❤ ) no meu caderno e devo dizer que fiquei bem orgulhosa do resultado. Criar um desenho sem a base do lado, porém, ainda é tarefa impossível pra mim.

desenho calvin e haroldo

Digam se não ficou uma gracinha? 😍

7- Se você quiser me deixar feliz, chocolate é uma boa opção. Sou daquele tipo de pessoa que gosta de todos os derivados de chocolate (bolo, sorvete, mousse, bolacha, pudim, fondue…) e comeria em quantidades absurdas se não engordasse/aumentasse o colesterol. Só existe um erro nesse quesito comigo: chocolate branco.

8- Em 2009, graças à influência das donas Lívia e Patricia, embarquei num vício que só piorou ao longo dos anos: esmaltes. Dois anos depois desenvolvi alergia, mas isso não me parou: saí à cata de produtos 3free porque não consigo me imaginar sem esmalte nas unhas por muito tempo. Tenho um amor especial por esmaltes metálicos ou com glitter.

9- Odeio baratas com todas as forças do meu ser. Provavelmente “puxei” isso da minha mãe, que morria de medo e se escondia comigo no quarto enquanto meu pai tentava matar o inseto maldito. Cada vez que eu vejo um desse bichinhos horrendos na minha frente, eu preciso me controlar muito pra não dar escândalo.

10- Se tem um sotaque que me deixa maravilhada é o britânico. Migos, sério, esse negócio não é de Deus. Gosto muito de outros sotaques (principalmente do italiano), mas nenhum tem o mesmo efeito do britânico. Eu poderia ouvir eles dizerem qualquer coisa e ainda acharia lindo.

11- Desde que me conheço por gente eu fujo de conflitos como o diabo foge da cruz. Brigas, sejam elas verbais ou físicas, me deixam totalmente desconfortável. Eu tenho um perfil meio conciliador, sou do tipo que quer apaziguar os ânimos quando vejo duas pessoas queridas brigando. E se não consigo fugir de um envolvimento direto na discussão, provavelmente ficarei me sentindo mal por eras depois.

Respondendo as perguntas da Mari:
1- Por que você escolheu esse visual para o seu blog?
Essa é uma boa pergunta HAHAHA
Acho que depois de usar uma série de layouts mais coloridões eu decidi optar por um visual mais clean. Escolhi uma foto do meu piano pra complementar porque gostei muito dela. Por enquanto escolhi o meu tema favorito dentre os gratuitos do WordPress, mas quem sabe um dia eu não apareço com um personalizado, né?!

2- Por quanto tempo pretende continuar com o blog?
Acredito que várias coisas possam mudar na minha vida nos anos vindouros (olha só que lexico requintado), mas o blog definitivamente não está entre elas. Já passei por fases de pouquíssimos posts em um longo período de tempo, e talvez isso volte a acontecer no futuro, mas não penso em fechá-lo. Acho que gosto demais da ideia de saber que ele estará lá. Meu blog é uma espécie de porto-seguro cibernético do qual não pretendo abrir mão.

3- Depois de ter começado, já tentou viver sem o blog?
Entrei no mundo blogueiro em 2006 e desde então tive três blogs. O máximo de tempo que fiquei sem ter um espaço na internet foi pouco mais de seis meses, mas às vezes ainda fico distante.

4- Se tivesse que trocar de blog com outra blogueira, com quem trocaria?
Essa vai ser uma resposta piegas, mas não tem como fugir dela: pensei, pensei, e percebi que não conseguiria trocar meu blog com o de outra pessoa. Por mais que eu goste dos textos ou do visual do outro, o Miniature é tão pessoal que seria até meio estranho me desfazer dele. Além disso, a maioria dos blogs que eu curto também é bem pessoal, então também me sentiria “roubando” a individualidade do autor.

5- Que tipo de post você NÃO gosta de comentar em blogs?
Acho que não gosto de comentar naqueles posts em que sinto que o blogueiro não se conectou com aquilo que ele resenhou/recomendou, sabe?! Quando parece só uma apresentação de um produto, sem envolvimento do autor, eu não consigo me identificar. Gosto de textos com experiências pessoais.

6- De 0 a 10 que nota daria ao seu blog e por quê?
Eu daria uns 7 porque a minha frequência de textos é baixa. Mas né, adoro o Miniature de paixão, então a nota só podia ser alta. Sou meio suspeita pra falar HAHAHA

7- Se tivesse que dar seu blog para uma pessoa que não tem blog, para quem seria?
Acho que daria para o meu pai (embora saiba que ele não ia ficar muito feliz com isso, porque ele gosta de ler meus textos hahaha). Sei que ele gosta de escrever e que ele cuidaria bem do meu cantinho.

8- Como você decide o que vai postar no blog?
É uma decisão meio aleatória hahahaha… Na maioria das vezes o que se passa na minha cabeça é “olha, eu bem que podia falar de x no blog” e fim. Costumo refletir mais sobre o texto em si do que sobre o tema.

9- Para você o que é mais importante no blog?
Além de poder compartilhar um pouco das minhas experiências (blog pessoal ❤ ), gosto muito da interação que o mundo blogueiro permite. Conhecer endereços novos e responder comentários é sempre uma das partes mais prazerosas.

10- Se existissem regras no mundo blogueira, qual você gostaria que existisse?
Nunca me deparei com algo do gênero, mas na minha vibe meio paz e amor, eu proibiria ofensas pessoais.

11- Já passou por alguma situação constrangedora por causa do blog?
É provável que sim, mas não me lembro de nada agora pra responder.

Minhas 11 perguntas para as indicadas:
A Mari criou (e respondeu) perguntas relacionadas a blogs. Achei todas muito pertinentes e não consegui imaginar nenhuma outra sobre o tema. Como não vi quaisquer regras sobre as perguntas que deveria elaborar (e, de qualquer forma, adoro quebrar regras de tags/memes), minhas perguntas serão mais pessoais.

1- Se você pudesse abraçar um personagem (de livro, filme ou série), qual seria?
2- Qual o tipo de passeio que você mais gosta de fazer?
3- Se você pudesse escolher o país em que nasceu, qual escolheria? Por quê?
4- Qual a música que mais tem grudado na sua cabeça recentemente?
5- Qual a sua comida favorita? E bebida?
6- Se você só pudesse guardar uma foto, qual seria?
7- Qual é a sua lembrança favorita da infância?
8- Se você ganhasse na loteria, o que faria?
9- Qual instrumento musical você sabe tocar ou gostaria de aprender?
10- Qual presente mais te marcou na vida?
11- Se você fosse escrever um livro (ou fazer um filme/seriado, ou gravar um cd), sobre o que seria? E que nome teria?

Não sei bem quais blogs têm ou deixam de ter menos de 200 seguidores, então indicarei blogs mais pessoais que eu adoro (e que gostaria de ver as donas respondendo minhas perguntas). Aqui vai minha lista em ordem alfabética de nome das blogueiras: a (Carol) Yassui, do Flaws Made; a Lí, do BeLivs; a Mai, do Amável Formalidade; a Patthy, do Imaginatif; a Taty, do Enfim, veremos; a Thay, do Dreams; e todo mundo que visitar esse blog e se interessar em responder (porque obviamente eu tinha que quebrar alguma regra) =)

TAG/Meme: Sentimentos Literários

Das curiosidades que esse blog encerra: leio vários livros por ano, mas falo pouco de literatura por aqui. Geralmente concentro meus comentários literários no final do ano quando faço minhas “retrospectivas”. Por que tanta ausência?
Como não tenho lá muita paciência pra escrever uma resenha pra cada livro que eu leio (até porque eu sou meio prolixa e iria gastar tempo demais com cada uma delas), resolvi mudar isso respondendo uma tag/meme sobre o assunto. Escolhi a dos Sentimentos Literários, que eu vi pela primeira vez lá no canal da linda da Tatiana Feltrin.

1- Um livro que fez você se sentir feliz

Essa categoria é uma das mais dúbias que eu já encarei. Eu sempre fico feliz e encantada com uma leitura boa. Sabe quando o estilo de uma obra te agrada tanto, mas tanto que mesmo que ela tenha um final doloroso, você fecha o livro com aquele sentimento de satisfação? Pois bem, fiquei na dúvida se deveria escolher algo assim ou se partiria para um caso em que o enredo tenha me deixado felizinha, sorrindo pelos cantos. Optei por um livro que proporcionou um pouco das duas coisas, mas devo dizer que Dom Casmurro, de Machado de Assis, e Incidente em Antares, de Erico Verissimo, por exemplo, me deixaram bem alegre apesar dos enredos tristes.
Sem mais delongas, a escolha foi Orgulho e Preconceito, da Jane Austen. Já aconteceu de vocês sorrirem involuntariamente com o enredo de uma obra? Então… as pessoas que passaram por mim no transporte público enquanto eu lia O&P devem ter achado que eu era louca, porque eu simplesmente não conseguia evitar. Já falei parcialmente disso antes, mas o modo como Austen constrói o relacionamento da Lizzie com o Mr. Darcy é de encher os olhos! Você vai acompanhando cada pequeno passo da história deles dois e torcendo pra que os dois percebam seus erros e fiquem juntos logo (quem diria, uma Luiza shippando casais em livros). Acabei optando por esse livro porque o enredo me deixou felizinha e dona Austen escreve muito bem, então a leitura foi bem prazerosa.

2- Um livro que fez você se sentir triste

Foram poucos os livros que me deixaram triste na vida a ponto de me fazer chorar, mas Capitães da Areia, de Jorge Amado, bateu todos os recordes. Não sei se foi o período em que eu li, mas ô livro desgraçadamente triste! Chorei mais de uma vez com o sofrimento dos personagens. Quer dizer, acompanhar crianças roubando para não passar fome deveria amolecer o coração de qualquer um. O prêmio, porém, vai para um dos capítulos sobre o Sem-Pernas, o “Família”. Você, que leu a obra, provavelmente sabe o que eu quero dizer: precisei parar de ler de parágrafo em parágrafo pra respirar fundo e conter as lágrimas. O que é esse capítulo, genteeee! Definitivamente uma das coisas mais tristes que eu já li na minha vida.

3- Um livro que fez você sentir raiva

Por mais que eu não goste de muitos personagens na literatura, nenhum outro livro me fez odiar o personagem principal em aproximadamente vinte páginas como Lolita, de Vladimir Nabokov. Nem o Bentinho conseguiu essa façanha! Já vi muita gente defendendo o Humbert Humbert com aquele argumento de que é uma história de amor. NÃO. Não existe amor entre um homem adulto e uma menina de doze anos. Existe abuso, existe pedofilia, nunca romance! A cada linha que se passava eu ia cultivando um ódio maior da situação toda. Por mais que o autor seja muito bem sucedido em trazer o ponto de vista do pedófilo, com suas justificativas e seus “sentimentos verdadeiros”, toda a situação só conseguia me fazer mal.

4- Um livro que fez você sentir nostalgia

Aqui vai mais uma categoria dúbia: nostalgia de tempos que você nunca viveu ou do seu próprio passado? Que tal um livro pra cada caso?
Pois bem, por mais bizarro que possa parecer senti nostalgia de tempos nunca vividos com As Meninas, da Lygia Fagundes Telles. Sim, uma história que se passa na nossa maravilhosa ditadura militar, “página infeliz da nossa história”, o que eu tenho na cabeça? A verdade é que decidi por esse porque eu senti que eu poderia tranquilamente ser uma das três, então acho que isso é o mais próximo que eu cheguei desse tipo de sentimento nostálgico.
No quesito de livros que te deem saudades do seu próprio passado, optei por Desenhos de Guerra e de Amor, do Flávio de Souza. A primeira leitura foi quando eu tinha uns onze/doze anos e eu DEVOREI tudo em poucas horas. Até hoje, quando pego ele na mão eu releio vários e vários trechos e me encanto igual. Adoro livros com mais de um narrador e esse foi meu primeiro contato com obras do tipo, então tenho um carinho maior ainda por ele. Típico caso de obra infanto-juvenil que agrada muito adulto ❤

5- Um livro que fez você sentir medo

Eu não sou de me impressionar fácil com histórias de terror, a ponto de sentir medo real, então essa não foi uma categoria que teve muita concorrência. Edgar Allan Poe tem um efeito raro sobre mim, mas não vou escolher uma coletânea dele. Até porque o único livro que eu li completo dele (até agora) foi Os Assassinatos da Rua Morgue e Outras Histórias, obra com alguns contos policiais que não se encaixam na categoria. Cito, porém, meu conto favorito dele: “The Tell-Tale Heart”. Até hoje não sei se a pulsação que eu ouvia era fruto da minha imaginação graças ao texto envolvente de Poe ou se era meu próprio coração acelerado pela tensão do conto. E já que eu não citei um livro completo, aqui vão outros contos que também me deixaram arrepiada: “The Black Cat”, “The Masque of the Red Death” e “The Pit and the Pendulum”.

6- Um livro que fez você ficar surpresa

Depois de muitas experiências frustradas com autores portugueses, peguei O Homem Duplicado, de José Saramago, com um sério medo de não gostar. Antes da metade do livro, porém, eu já estava querendo abraçar o Saramago, esse cara que eu mal tinha começado a ler mas já considerava pacas. Não só o estilo literário dele me conquistou muito facilmente e com bastante intensidade, como também a narrativa me empolgou de uma forma que é difícil descrever. Fiquei (exageradamente) envolvida com os dramas de Tertuliano Máximo Afonso, professor de História, e embora esperasse um final ruim, não estava preparada para o que a obra tinha a me oferecer. E que delícia que foi passar o final do meu caminho para casa refletindo sobre a questão da identidade graças a esse texto maravilhoso.

7- Um livro que provocou decepção

Sei que muita gente vai dizer que cometi uma heresia aqui, mas lá vamos nós: A Desumanização, do Valter Hugo Mãe. Reconheço que tem alguns trechos bem pesados na obra, mas eu estava esperando um livro que me deixasse devastada. A verdade, porém, é que além da narrativa não ter me tocado como eu esperava, ela sequer me convenceu suficientemente. Não sei se o grande erro foi eu ter começado a leitura com muitas expectativas pelo tema, mas o luto que Halla enfrenta aos onze anos de idade parece mais apropriado para uma pessoa mais velha. Como passei por uma perda muito forte quando criança, não consigo acreditar que uma menina da Islândia seja tão diferente da maioria e encare essa experiência de uma forma tão mais profunda do que a mente de uma criança consegue atingir. Sei que a mãe não ajuda muito, mas o pai está sempre ao lado dela.
Talvez esteja tomando tudo muito ao pé da letra, e sei que a idade está adequada para que alguns dos acontecimentos seguintes sejam impactantes, mas ai… na segunda parte eu já estava um pouco incomodada com o enredo, sabe? Uma pena.

8- Um livro que fez você se sentir angustiada

Até pouco tempo atrás o título de livro mais angustiante que eu já li na minha vida pertencia indubitavelmente a O Processo, de Franz Kafka – porque se já não bastasse você querer morrer o livro inteiro, aquele final é de uma crueldade ímpar. Eu não contava, porém, com 1984, do George Orwell. O que esse livro me fez passar eu não desejo pra ninguém (embora recomende a leitura pra todo mundo hahaha). Quer dizer, eu já fiquei apavorada com a possibilidade – muito mais palpável do que parece – de um dia vivermos numa sociedade como a do livro, mas a terceira parte me fez sentir um mal estar FÍSICO. Juro pra vocês: meu coração pulava, meu estômago dava voltas e eu fiquei tão tensa que minha mão ficou até vermelha por causa da força com que eu segurei o cano do metrô. Maravilhoso!

9- Um livro que fez você se sentir confusa

Não escolhi aqui um livro confuso, mas sim uma obra que me deixou meio atordoada por alguns motivos: Ninguém Escreve ao Coronel, do Gabriel García Márquez. Não conseguirei explicar essa sensação sem dar spoilers do livro, tá bem? Então tá bem.

Quando meu pai me deu um exemplar assim que terminei o Ensino Médio, ele fez questão de frisar na dedicatória que eu poderia crescer e encarar novas fases da vida, mas eu nunca deveria vender meu galo. À medida que ia lendo, porém, eu quase fazia coro com a mulher do coronel: eles estavam à beira da miséria, não seria melhor vender o galo? Foi depois de terminar o livro e refletir muito sobre tudo aquilo que eu entendi e concordei com a decisão do coronel. Não vale a pena desistir de seu passado ou de sua essência por nada. Mesmo que as coisas estejam difíceis, mesmo que seja dolorido não ceder.

TAG: Viciados em música

Temos uma Luiza fazendo um post com uma tag! Alert the media!
Pois é, gente. A Tatiénne me indicou pra responder esse questionário musical, e como eu gostei bastante das categorias, perguntei pra mim mesma: por que não?
Então aqui está! Dica pra vida: tem link pra todas as músicas que eu cito e que não são as “selecionadas”.

1- Uma música romântica: Existe uma pá de música do Coldplay que entraria com facilidade nessa categoria, mas preferi fugir do óbvio e ir de Other Side of the World, da KT, que é sobre o provável fim de um amor à distância. Quem disse que uma música romântica precisa ter final feliz? =P

 

2- Uma música que te defina: Vou voltar pra quando eu tinha meus 10 ou 11 anos e escolher uma música razoavelmente antiga: I Am, da Hilary Duff. Eu me identifico bastante com a letra e com essa ideia de que são as contradições que formam a personalidade de alguém.

P.S.: eu pensei em Miniature Disasters (que precisa muito ser ouvida plmdds clique no link), mas a grande verdade é que eu não aplico tãooo bem a filosofia que ela prega, embora concorde. Ops.


3- Que música não sai da sua cabeça? 
Não precisa de muito pra qualquer música ficar na minha cabeça, e quando eu digo qualquer música eu me refiro até mesmo a coisas que eu não gosto. Maaaaas prefiro aproveitar pra recomendar algo que me agrade, então aí vai uma música que eu tenho ouvido com razoável frequência: Goodbye Stranger, do Supertramp.

P.S.: eu recomendaria que você clicasse aqui
Um abraço pra você que entendeu a piada ❤


4- Uma música que quando você ouve, você chora: 
Er… eu não choro ouvindo música alguma HAHAHAHA tenho um coração de pedra! De qualquer forma, achei que o mais próximo disso seria escolher a primeira música que me vem à cabeça quando se trata de tristeza: Pedaço de Mim, do Chico Buarque com a Zizi Possi. Se você conseguir ouvir essa música sem se sentir mal, meus parabéns!

 

5- Qual é a sua música preferida do momento: Uma só? Mas gente, que desnecessário limitar tanto assim! Foi difícil, doeu, sofri, mas a posição ficou com Renegade, do Styx. De qualquer forma, faço uma menção honrosa a Carry On Wayward Son, do Kansas e a essa playlist com a trilha sonora de Life is Strange, que putaquepariu só tem música boa (tem essa aqui também, que não tá na playlist do Spotify).

 

6- Que música você não consegue gostar: Tento evitar esse determinismo de “ai, não consigo gostar de tal coisa por nada” porque né, vai que um dia sua cabeça muda…
Mas vá lá, acho que nunca vou conseguir ouvir Give it Away, do Red Hot Chilli Peppers, sem me irritar profundamente com o refrão repetitivo. Give it away give it away give it away give it away give it away give it away…

7- Cite um trecho de sua música predileta: Clocks, daquela banda que eu gosto pouco chamada Coldplay, é o grande amor da minha vida musical. Meu trecho favorito dela é “Am I a part of the cure or am I part of the disease?”. Como não amaaaaar? ❤ ❤ ❤
Pena que o clipe corta quase um minuto de música, mas aí você olha pra esses olhinhos azuis do Chris Martin e perdoa =P

 

8- Sua música brasileira favorita: Essa foi uma das mais difíceis! Embora tenha sido fácil decidir que a escolhida seria do Chico Maravilhoso Buarque, como decidir entre as inúmeras músicas sensacionais que esse desgraçado escreveu na vida? Com muita dor no coração, resolvi fugir do óbvio (como Construção ❤ , Cálice ❤ ou Apesar de Você ❤ , entre outras) e colocar uma música menos conhecida, mais “divertida” e que brinca com Drummond <3. Até o Fim, sua linda!

 

9- Abra seu player em modo aleatório e diga qual a quinta música: Quanta música nacional numa lista só! Sutilmente, do Skank (com letra do Nando Reis, aquele maravilhoso).

 

A próxima categoria seria pra indicar cinco blogs pra fazerem essa tag. Se você tem um blog, viu esse post e sentiu vontade de fazer, parabéns, você foi indicado! hahaha